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Catarinense Antonieta de Barros é reconhecida como heroína da pátria

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O projeto foi aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

05/01/2023 – Por: Mayara Souto (mayara.collar@nsc.com.br)

Foto – Reprodução / NSC

A catarinense nasceu em 1901 na antiga Desterro, atualmente Florianópolis. Antonieta de
Barros foi a primeira integrante da sua família a concluir o ciclo completo de ensino. Como
professora, ela fundou a própria escola, onde deu aula para adultos e moradores
carentes. Uma das instituições por onde passou enquanto dava aulas na Capital carrega
seu nome. Como jornalista, ela participava da imprensa em uma época onde era raro
mulheres expressarem as opiniões.
Em 1934, Antonieta foi eleita deputada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).
Um dos destaques da sua atuação na Alesc foi a criação do Dia do Professor, com feriado
escolar em 15 de outubro, em Santa Catarina. Com o projeto de lei aprovado em 1948, o
Estado foi um dos primeiros do Brasil a celebrar a data.
— Antonieta de Barros foi uma personagem de grande importância na história de luta
contra os preconceitos de cor, classe e gênero no Brasil — destacou o relator do projeto,
deputado Tadeu Alencar (PSB-PE), na época. A proposta foi feita pelo deputado Alessandro
Molon (PSB-RJ).
O nome de Antonieta de Barros foi aprovado para entrar no Livro dos Heróis e Heroínas
da Pátria pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos
Deputados em junho de 2022. No entanto, apenas neste ano o projeto chegou na fase
final de ser aprovada pelo presidente da república.
O Livro Heróis e Heroínas da Pátria é feito de aço e fica exposto no Panteão da Pátria e da
Liberdade Tancredo Neves. O memorial cívico está localizado na Praça dos Três Poderes,
em Brasília, e homenageia aqueles que tiveram “grande relevância para a sociedade
brasileira”.

Reprodução – Portal NSC

Link para o portal: https://bit.ly/3CpZC6U

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